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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Beber e Dirigir

Queremos compartilhar com todos um artigo publicado hoje, 01/06,  na coluna do leitor do jornal Zero Hora, o qual faz referência à venda e ao consumo de bebida alcoólica, principalmente aos finais de semana, nos postos de combustíveis. Essa é uma realidade que infelizmente acaba contribuindo para o aumento dos acidentes de trânsito. 

Artigo: Beber e dirigir

01 de junho de 2012
Leandro de Araújo*
Adoro pegar o carro e sair com a família. Para mim isso sempre foi motivo de alegria. No entanto, este sentimento de felicidade tem se confundido cada vez mais com a sensação de medo e insegurança. Talvez o fato de estar ficando velho, não sei. O que acontece é que cada vez tenho achado mais complicado cada deslocamento.
É muito provável que a causa dessa transformação comportamental seja a exposição que a mídia tem feito acerca dos acidentes e mortes no trânsito. Exposição essa que acho justa, afinal de contas estamos realmente vivendo a época de uma guerra velada, não declarada oficialmente, mas que ceifa milhares de vidas a cada ano. E ninguém me tira da cabeça que os culpados são, única e exclusivamente, os motoristas. Cada vez que saio de casa assisto um festival de imprudências, negligências e arrogância. Sim, arrogância, a capacidade que temos de achar que estamos certos mesmo quando cometemos erros absurdos; a capacidade que temos de não aceitar o fato de não sermos perfeitos.
Uma das campanhas mais fortes expostas pelos canais de comunicação em geral é a respeito da bebida e da direção. A combinação mortal, mesmo (e principalmente) em doses pequenas, nos é apresentada diariamente a partir de todas as direções, da TV à internet; de outdoors às salas de aula de nossos filhos.
Não vou criticar aqui o que bebe e dirige porque ao arrogante não importam as críticas. O arrogante ao ser criticado vai beber mais uma latinha antes de pegar a direção, apenas para mostrar que é melhor do que o critica. De maneira alguma quero fazer parte desse tiro que sai pela culatra.
Contudo, às vezes tenho a sensação de ter superpoderes. De ver além do que pode ser visto, de racionalizar além da inteligência daqueles que são pagos por mim para perceber aquilo que lhes cabe. Sim, porque é só abastecer o carro em qualquer posto de gasolina de minha cidade onde haja uma única mesinha, para ver pessoas bebendo cerveja ao lado de seus carros. Não são casos isolados, é generalizado.
Sou obrigado a entender a lei, para não ser multado e para não expor minha família ao risco, mas não consigo entender que nenhuma autoridade tem poder ou capacidade para entender que um posto de gasolina abarrotado de pessoas bebendo ao lado de seus carros é uma bomba prestes a explodir. Será que serve como argumento dizer que após tomar sua cerveja o motorista vai ficar ali sentado até o álcool ser eliminado por completo de seu organismo?
A maior hipocrisia do mundo é fazer campanhas contra álcool e direção em um país que vende bebidas alcoólicas em postos de combustíveis, e ainda oferece o espaço para seu consumo! Ninguém compra bebidas em lojas de conveniência para beber em casa, para isto os supermercados de grande porte estão abertos sete dias por semana e os serviços de tele-entrega de bebidas funcionam 24 horas por dia, ambos vendem cerveja mais barato que os postos de combustíveis. A bebida oferecida nestes locais é para consumo de quem está ou estará em breve no carro. Que poderosa indústria de dinheiro mesmo é esta dos postos de combustível, que consegue fomentar um número absurdo de mortes a cada noite e mesmo assim continuar funcionando sem que ninguém tenha coragem de tomar qualquer atitude que ponha fim à venda descontrolada de bebidas aos motoristas.
De cá torço de coração que estas pessoas que bebem cheguem vivas em suas casas ao final da festa, que mais nenhuma pessoa inocente seja vítima desta guerra torpe. Mas a quem estou iludindo? Na próxima segunda-feira tenho certeza que mais uma vez vou ouvir, apavorado, a contagem assustadora de mortes no trânsito, enquanto os donos de postos estarão fazendo a contagem do lucro obtido com a venda de cerveja no final de semana em suas lojas de conveniência.
Conveniência, nunca um nome caiu tão bem a um tipo de estabelecimento comercial.
*Professor de informática e blogueiro

segunda-feira, 5 de março de 2012

Artigo: Reflexão sobre o trânsito

Estamos compartilhando com todos um artigo interessante que foi publicado no jornal Zero Hora no dia 02/03. A professora Marilene Souza faz um ótima reflexão sobre o comportamento das pessoas, de um modo geral, no trânsito. Vale a pena ler, confira.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

HPS - "Fiscais da Alegria" - Performance e ação educativa

A Equipe de Educação para o Trânsito da EPTC realizou na tarde de quinta-feira,  dia 13 de outubro, uma visita ao Hospital de Pronto Socorro - HPS, em Porto Alegre.
"Fiscais da Alegria", título dado a ação. Educadores e também atuadores, componentes do grupo de educação, pelo segundo ano realizaram ação com os pacientes. 
Contagiando e contagiados ficaram todos: pacientes, educadores e os componentes do complexo hospitalar Pronto Socorro. Alegrar-se e sorrir é receituado a qualquer um, ainda mais quando mais necessitamos.
Já dizia William Shaskespeare: - A alegria evita mil males e prolonga a vida.
O trabalho desenvolvido no Hospital de Pronto Socorro, traz em sua essência um bom atendimento, com muito carinho, com toda a preocupação. Protege-se ali, a vida. Um trabalho em prol de salvar vidas, de reabilitar pessoas, de dar assistência médica de qualidade. O HPS tem história. Que muito orgulha àqueles profissionais que procuram executar bem aquilo que fazem. Que gostariam.
Para a equipe de educação para o trânsito não é diferente. O diferencial é que o trabalho se faz  no sentido de previnir aquilo que possa  vir a acontecer. Com cuidados indispensáveis para termos um convívio tranquilo. Com o que todos achamos comportamentos, realmente seguros. Com respeito ao próximo. Que se entenda  um dos princípios da boa sociabilidade: - Não faça aos outros aquilo que não quer que façam a você. Que gentileza gera gentileza. E que o trânsito acaba com vidas. Costumamos dizer para as crianças que o trânsito está doente e que o remédio está na atitude segura de cada um de nós.
Em um hospital temos muitas vezes as consequências daquilo que não foi preservado, a vida. Que atos inconsequentes podem trazer consequências indesejadas. Que viver é bom. Que muitas vezes achamos como desculpa : -"Ah! era para acontecer", -"Era a vez dele". Talvez dizeres inconcebíveis. Bastava um ato responsável. A criança com idade de uso de algum tipo de assento de segurança, por exemplo, que não o fez, provavelmente foi induzida, ou não foi cobrada. A criança acredita fielmente em quem a cuida. Atenção em todos os sentidos traz mais segurança sempre e no trânsito não é diferente. Valorização da vida.
A equipe de Educação para o Trânsito da EPTC esteve presente pelo segundo ano no HPS, para propor um diálogo diferente; com muita alegria,  energia e emoção. Aconteceu a troca pelos quatro andares percorridos. E o dia foi confortante para  todos.

                                                        Julio M. Almeida
                             (Equipe de Educação para o Trânsito - EPTC)


(A Equipe de Educação para o Trânsito da EPTC já recebeu convite para estar presente em dezembro, na Semana do Natal do HPS. Mais uma vez tiveram uma boa receptividade e aguardam ansiosos pela participação).












quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Teatro Renascença - Bi! Bi! Que Legal! Um Carrinho de Pedal!

No dia 8 de outubro às 18h, o Grupo Sinal de Alerta da Equipe de Educação para o Trânsito da EPTC apresentou, no Teatro Renascença, o espetáculo "Bi! Bi! Que Legal UM Carrinho de Pedal", dentro da 3ª Mostra de Teatro Infantil.
A peça de teatro de bonecos foi assistida por público diverso, além de funcionários da EPTC, os filhos destes e também por alguns bonequeiros do RS . Foi muito gratificante a energia que o público presente retribuiu, possiblitando uma boa troca.
Ao final do espetáculo o mascote da EPTC, o Azulito, fazia as honras da casa, despedindo-se de todos e posando para fotos com as crianças.
Uma tarde marcante agregada de fantasia, que se mostra real, que traz de forma lúdica a realidade à tona e, que faz pensar. O teatro é mais uma importante ferramenta utilizada pelos educadores de trânsito e que representa um grande alcance para os objetivos propostos.
O teatro tem como fundamento a experiência de vida: idéias, conhecimentos e sentimento. A sua ação pede ordenação desses conteúdos individuais e grupais.  A experiência teatral na escola amplia a capacidade de diálogo, de negociação, a tolerância  e a convivência com a ambiguidade. Parâmetros Curriculares Nacionais - Arte
Quando crianças temos nos bonecos e objetos uma profunda fonte de imaginação, com muitas aventuras, com muitas possibilidades de informação e desenvolvimento, com muita emoção. Tornam-se assim um importante instrumento como meio de sensibilização e interlocução com o mundo.  


                                                                         Julio Almeida
                                                  Equipe de Educação para o Trânsito - EPTC






























segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Parceria de longa data

A professora Jurema Fenandes, atualmente lecionando na Escola Estadual Onofre Pires, é uma parceira antiga da Equipe de Educação para o Trânsito. Participou de vários eventos junto com a EPTC, construiu a Comunidade no Orkut dos alunos da Escola Estadual Martins Costa Jr., cujo título era  Agentes Solidários do Martins, apresentou o esquete teatral " O Palhaço" para outros professores que estavam em formação na EPTC, entre tantas outras atividades que essa amigona da Educação realizou conosco. E, a partir de agora, passará a colaborar com o nosso blog, enviando textos, artigos e tudo mais que achar interessante e que possa contribuir com este espaço de educação e cultura. Obrigada pela parceria Jurema!


A Expressão

A Educação é um processo de “ensino-apredizagem-aprendizagem-ensino”.
Só se conhece o outro, dando-lhe “voz e espaço para a expressão”!
Se não tem voz; tem pensamento e expressão.
O ser humano é inteiro.
O ser humano necessita obter conhecimento e exercitar os sentimentos.
O ensino fornece conhecimento...direciona...desenvolve habilidades.
A aprendizagem é o resultado. O resultado: a Expressão!
Convivendo com as várias e múltiplas habilidades, a Educação deve fornecer
“espaço e tempo” para a Expressão.
A você, que pensa a Educação assim desta maneira, digo:
- Dá-me tua mão...

                                                                           Jurema Fernandes
                                                                              - out 2011 -
* Psicopedagogia - Adaptação
*Artigo publicado em Madri em maio de 2008


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Módulo - Educação para o Trânsito Começa em Casa

       Nesta segunda-feira 22 de agosto foi ministrado, durante os turnos da manhã e da tarde ,o Módulo de Educação para o Trânsito da EPTC.  
      Em 2006, trabalhando educação para o trânsito para os diversos públicos e em situações diferenciadas exercidas por cada um, surge o módulo da ASSET - Assessoria de Educação para o Trânsito da EPTC “A Educação para o Trânsito Começa em Casa”.
     Vários questionamentos surgiram em relação à amplitude de nosso trabalho. Trabalhávamos muito o público externo, quando o inevitável ou evitável aconteceu. Dois jovens funcionários, com uma vida pela frente, com famílias, amigos e projetos.  Estagiando, com início de uma carreira profissional. Vieram a falecer em momentos distintos. Vítimas de acidente de trânsito.
       Lembrávamos da primeira vez em que fomos solicitados a palestrar em uma empresa aérea. O espanto e o entendimento repentino. Todos somos obrigados a transitar pela via terrestre em algum momento. A preocupação das empresas solicitantes era também com a ida e a vinda de seus funcionários e o número alarmante de pessoas abatidas por este flagelo.
      Na EPTC não é diferente. Por fazer parte de uma empresa que gerencia o trânsito não quer dizer que não estamos expostos ao mecanismo vital. O transitar. Para a EPTC o transitar seguro está atrelado a vários fatores. A sua engenharia de trânsito que procura desenvolver os melhores projetos para a cidade, a fiscalização que procura manter viva a organização que a população almeja e, através da educação para o trânsito que trabalha em cima de comportamentos, atitudes e o entendimento da divisão dos espaços que são coletivos.
      De lá para cá dezenas de turmas foram ministradas a todos os novos funcionários da EPTC, com o módulo Educação para o Trânsito Começa em Casa, a fim de tornar-se clara, acima de tudo, a importância e o respeito a vida de cada um de nós. 
    Julio M. Almeida
      Coordenação de Educação para o Trânsito - EPTC 






                                                                                                        

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Dirigir com a alma coletiva

Por Mário Conceição, presidente da Fenasdetran

Quando o assunto é trânsito somos obrigados a combinar várias emoções. A emoção da liberdade de se deslocar para onde bem quiser com a restrição dos movimentos de uma pessoa paraplégica, vítima de um acidente. Podemos, também, viver a emoção de antecipar o futuro e ter a ousadia de controlar nosso destino para chegar lá vivos.
Por isso, vou tentar fugir dos medos básicos que sublinham o tema trânsito. Porque você sabe que a cada ano milhares de pessoas, como você, morrem esmagadas pelas ferragens nas estradas deste mundão à fora.
Em 2009, a Organização Mundial da Saúde registrou a perda de 1,3 milhão de vidas em 178 países, inclusive aqui no Brasil, onde enterramos aproximadamente 50 mil brasileiros. E se você refletir um pouco vai se recordar da dor de ter perdido um amigo, colega ou parente nas estradas e avenidas, recentemente.
O que fez a Organização das Nações Unidas tornar a década 2011-2020 na “Década de Ação para a Segurança Viária” ao constatar que se nada for feito, cerca de 2 milhões perderão a liberdade de ir e vir e não poderão sequer sonhar com qualquer futuro porque, simplesmente, estarão mortas.
Se pretendemos, portanto, avançar vivos e inteiros para nosso futuro é o momento de aprendermos a dirigir com a alma e incluir em nossas manobras a aposta radical em nossa mudança coletiva de atitudes.
Campanhas não faltam. Dinheiro não falta. O governo brasileiro gasta parte dos R$ 300 milhões do Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito – FUNSET e aproximadamente R$ 290 milhões provenientes do Seguro Obrigatório (DPVAT) para tentar nos convencer que é melhor estar vivo do que estar morto ou paralisado numa cadeira de rodas.
Em vão. Continuamos a nos matar por excesso de velocidade, ou combinando carros com álcool ou drogas ilícitas. Matamos, todos os anos, 50 mil brasileiros, que é o mesmo número de soldados norte-americanos que perderam suas vidas na Guerra do Vietnã.
Por isso, vou insistir neste espaço em chamar a atenção para que participemos, de maneira ativa e consciente, da condução da Humanidade para o seu futuro próximo. Estimulando as vontades de se chegar lá vivos, com nossos netos e netas. E adequar os veículos que nos ajudarão neste deslocamento à segurança que nos garantirá a vida em vez de acidentes fatais.
Por isso, proponho que aprendamos a dirigir com a alma coletiva, como nossos antepassados conseguiram fazer, e superar enormes distâncias, doenças e pragas para que hoje pudéssemos sentar, confortavelmente, ao volante de um carro. Com vida.



Mais informações em www.fenasdetran.com.br/blog ou com Mário Conceição, presidente da Fenasdetran no celular 07187831081 ou com Marco Roza, da assessoria de imprensa, no 0800-11-1239 ou no celular 011-96184220

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Comportamento Responsável no Trânsito

             Falar sobre comportamento responsável no trânsito não é difícil, pois diante de tudo que lemos e vemos todos os dias nos jornais e telejornais, não há como não pensar em outra coisa senão na falta de responsabilidade de algumas pessoas no trânsito. Mas como falar sobre responsabilidade se, na maioria das vezes, as pessoas não conseguem assumir ou enxergar seus próprios “deslizes” no trânsito.
             Este artigo nasceu a partir de uma experiência vivida no dia de hoje. Estávamos eu e meu colega Rafael divulgando o 4º Prêmio EPTC de Educação para o Trânsito nas escolas, quando numa delas encontramos uma pessoa que gentilmente nos recebeu e disse estar muito contente com a nossa iniciativa. Disse ainda que atitudes como a nossa certamente farão a diferença no futuro. Até aí tudo bem, pois estávamos sendo muito elogiados, porém a situação começou a mudar de figura quando, dada a circunstância de estar diante de dois agentes de fiscalização, essa pessoa fez a inevitável pergunta: “Me diz uma coisa, vocês podem multar uma pessoa sem abordá-la? Pergunto isso a vocês porque levei uma multa e tenho certeza que não cometi a infração (dirigir e falar ao celular), mas como não fui abordada não sei como me defender”. Então eu e meu colega, pacientemente, explicamos todo o processo de verificação da infração e dos procedimentos que devemos adotar quando estamos nas ruas fiscalizando. Não ficando satisfeita com a nossa explicação, para aquele tipo de questionamento, eis que a pessoa nos fez outra pergunta: “E como vocês podem notificar um veículo por estar com placa ilegível sem pará-lo?” “É que eu também recebi uma multa por esse motivo (risos), e não consegui entender como vocês conseguiram enxergar e ao mesmo tempo notificar por estar com a placa ilegível”. Novamente explicamos como se dá o procedimento padrão.
             Enfim, fomos questionados, sem exagero, por mais uma ou duas notificações que essa pessoa recebeu. Quando eu resolvi questioná-la sobre seu comportamento nada seguro e responsável no trânsito, cessaram as perguntas. Perguntei a ela se sinceramente achava que todas as notificações eram injustas. Momento de silêncio. Fiz questão de inverter os papéis dessa história, de vítima dos agentes a pessoa passou a ser protagonista de comportamento de risco, para ela e para os que estavam a sua volta.
             Será que ela entendeu? Espero que sim, pois esse é o nosso objetivo enquanto agentes e educadores, quebrar paradigmas já estabelecidos, desacomodar aqueles que se acham donos do saber absoluto. O conhecimento e o saber não são absolutos, estamos em constante processo de mudança, por isso devemos sempre pensar e repensar nosso comportamento, para que num futuro bem próximo sejamos, quem sabe, totalmente responsáveis pelas nossas atitudes no trânsito. Fica então o convite ao debate.


Luciana Pereira da Silva
Equipe de Educação para o Trânsito - EPTC

terça-feira, 19 de julho de 2011

Gincana na Escola Renascença - "Trânsito: Uma Questão de Educação"

Na semana anterior, tivemos a honra e o privilégio de participar de um evento muito especial. Refiro-me ao projeto “Trânsito: Uma Questão de Educação”, havido na Escola Estadual Especial Renascença, do qual participou o corpo docente e discente da escola.
Foi muito profícuo para todos nós, pois além de tratar de questões que são relevantes para o desenvolvimento pleno da cidadania dos alunos, pudemos experienciar momentos de pura emoção e divertimento. Receber, daquele público, abraços e sorrisos em agradecimento pela nossa presença é algo demasiadamente gratificante, faz-nos perceber que estamos no caminho certo.
A semana foi intensa, as equipes dedicaram-se ao máximo para realizar as atividades. Sinalização de trânsito, carros de papel e maquetes, minudentemente elaborados, poesias, encenações, músicas...instrumentos e meios não faltaram, os alunos demonstraram muito empenho e criatividade no cumprimento das tarefas propostas.
O trânsito de uma cidade reflete muito bem o comportamento dos seus moradores, por essa razão, acreditamos que por intermédio desse tema trabalhamos valores inerentes à construção de uma sociedade livre, que respeite as diferenças e, sobretudo, que priorize a vida. A Escola Renascer faz a sua parte. Todos estão de parabéns!

“As pessoas precisam respeitar o outro e suas diferenças. Cada um vive da sua maneira, devemos todos serem amigos, somente importando sentimento de amor, ternura e a verdadeira amizade nunca acaba” (sic)      Ediane (aluna da escola – turma do nível 5)

                                                                                     Eduardo de Souza
                                                                       Equipe de Educação para o Trânsito